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São Miguel em 5 dias

Fátima

São Miguel em 5 dias

Passeio turístico 1º dia
O Miradouro da Vista do Rei fica num ponto privilegiado da orla da cratera do vulcão das SETE CIDADES e deve o seu nome à visita do Rei D. Carlos (e da Rainha D. Amélia) em 1901. LAGOA DAS SETE CIDADES a lenda ERA UMA VEZ… Uma bela princesa e um pobre pastor. Ambos viviam no reino das SETE CIDADES, uma terra encantada perdida no Atlântico. Ela filha dos reis do reino das SETE CIDADES, ele filho de gente simples da terra. Como a princesa se aborrecesse de passar o tempo presa dentro das muralhas do castelo, saía todos os dias a passear por montes e vales, pelos campos verdejantes, admirando as flores, o canto dos pássaros, o mar azul. Durante um desses passeios, conheceu um pastor que guardava o seu rebanho. Conversaram longamente durante uma longa tarde, descobriram-se apaixonados pela Natureza e o amor nasceu naturalmente. De tal maneira que passaram a encontrar-se todos os dias e a jurar amor para todo o sempre. Acontece que os pais da princesa já lhe tinham reservado o casamento com um príncipe de um reino vizinho, pelo que quando o rei soube dos seus encontros com o pobre pastor proibiu-lhos terminantemente. Ainda assim, concedeu-lhe um último encontro para despedida. Ora, quando os dois apaixonados se encontraram pela derradeira vez, choraram tanto, tanto, tanto que a seus pés começaram a nascer duas lagoas que foram crescendo, crescendo com as lágrimas que ambos derramavam. A lagoa que nasceu das lágrimas derramadas pela princesa ficou azul da cor dos seus olhos, a que nasceu das lágrimas derramadas pelo pastor ficou verde da cor dos seus. Foi assim que, não podendo os dois apaixonados ficar unidos para sempre como era seu desejo, ficaram para sempre unidas e jamais se separaram as lagoas nascidas das suas lágrimas.
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Miradouro da Vista do Rei
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O Miradouro da Vista do Rei fica num ponto privilegiado da orla da cratera do vulcão das SETE CIDADES e deve o seu nome à visita do Rei D. Carlos (e da Rainha D. Amélia) em 1901. LAGOA DAS SETE CIDADES a lenda ERA UMA VEZ… Uma bela princesa e um pobre pastor. Ambos viviam no reino das SETE CIDADES, uma terra encantada perdida no Atlântico. Ela filha dos reis do reino das SETE CIDADES, ele filho de gente simples da terra. Como a princesa se aborrecesse de passar o tempo presa dentro das muralhas do castelo, saía todos os dias a passear por montes e vales, pelos campos verdejantes, admirando as flores, o canto dos pássaros, o mar azul. Durante um desses passeios, conheceu um pastor que guardava o seu rebanho. Conversaram longamente durante uma longa tarde, descobriram-se apaixonados pela Natureza e o amor nasceu naturalmente. De tal maneira que passaram a encontrar-se todos os dias e a jurar amor para todo o sempre. Acontece que os pais da princesa já lhe tinham reservado o casamento com um príncipe de um reino vizinho, pelo que quando o rei soube dos seus encontros com o pobre pastor proibiu-lhos terminantemente. Ainda assim, concedeu-lhe um último encontro para despedida. Ora, quando os dois apaixonados se encontraram pela derradeira vez, choraram tanto, tanto, tanto que a seus pés começaram a nascer duas lagoas que foram crescendo, crescendo com as lágrimas que ambos derramavam. A lagoa que nasceu das lágrimas derramadas pela princesa ficou azul da cor dos seus olhos, a que nasceu das lágrimas derramadas pelo pastor ficou verde da cor dos seus. Foi assim que, não podendo os dois apaixonados ficar unidos para sempre como era seu desejo, ficaram para sempre unidas e jamais se separaram as lagoas nascidas das suas lágrimas.
Esta atração turística integra o Parque Florestal da Mata do Canário, com flora endémica típica da Macaronésia e uma das paisagens mais fascinantes da ilha. A Lagoa do Canário está a 800 metros acima do nível do mar e o seu acesso é bastante fácil. Se desejar realizar o percurso a pé, poderá deixar a viatura no exterior do Parque onde está inserida a Lagoa. O trajecto pelo meio da vegetação proporciona-lhe uma sensação de calma, dada a preciosa natureza, repleta de árvores, plantas e flores. Há também a opção de fazer o trajeto de carro, se assim o preferir, tendo de estacionar no parque junto à lagoa e aceder à mesma a pé. No final do trajeto, a surpresa é gratificante, pois a vista da Lagoa do Canário é incrível e única. No parque há ainda espaço e áreas destinadas a merendas, com mesas, cadeiras e zona de churrasco. O local possibilita a visita de pessoas de qualquer idade e com mobilidade reduzida, por isso, torna-se uma ótima opção para compartilhar momentos de lazer com a família e amigos. Outro ponto que não poderá perder neste parque, será a subida ao Miradouro da Grota do Inferno, a presentear todos os visitantes com uma vista espetacular da Lagoa das Sete Cidades, e das demais lagoas próximas da bela Ilha de São Miguel. Não deixe de visitar a Lagoa do Canário, tirar e registar excelente fotografias e aproveitar para relaxar neste lugar de muita paz. Visita obrigatória na sua estadia em São Miguel
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Lagoa do Canario
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Esta atração turística integra o Parque Florestal da Mata do Canário, com flora endémica típica da Macaronésia e uma das paisagens mais fascinantes da ilha. A Lagoa do Canário está a 800 metros acima do nível do mar e o seu acesso é bastante fácil. Se desejar realizar o percurso a pé, poderá deixar a viatura no exterior do Parque onde está inserida a Lagoa. O trajecto pelo meio da vegetação proporciona-lhe uma sensação de calma, dada a preciosa natureza, repleta de árvores, plantas e flores. Há também a opção de fazer o trajeto de carro, se assim o preferir, tendo de estacionar no parque junto à lagoa e aceder à mesma a pé. No final do trajeto, a surpresa é gratificante, pois a vista da Lagoa do Canário é incrível e única. No parque há ainda espaço e áreas destinadas a merendas, com mesas, cadeiras e zona de churrasco. O local possibilita a visita de pessoas de qualquer idade e com mobilidade reduzida, por isso, torna-se uma ótima opção para compartilhar momentos de lazer com a família e amigos. Outro ponto que não poderá perder neste parque, será a subida ao Miradouro da Grota do Inferno, a presentear todos os visitantes com uma vista espetacular da Lagoa das Sete Cidades, e das demais lagoas próximas da bela Ilha de São Miguel. Não deixe de visitar a Lagoa do Canário, tirar e registar excelente fotografias e aproveitar para relaxar neste lugar de muita paz. Visita obrigatória na sua estadia em São Miguel
Localizado dentro da Zona de Paisagem Protegida das Sete Cidades, tem uma das mais bonitas paisagens da ilha de São Miguel devido a estar a 1000m de altitude. A partir deste miradouro é possível ver a Lagoa do Canário, a Lagoa das Sete Cidades, a Lagoa Rasa, parte do povoado das Sete Cidades e parte da Serra Devassa.
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Miradouro da Grota do Inferno
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Localizado dentro da Zona de Paisagem Protegida das Sete Cidades, tem uma das mais bonitas paisagens da ilha de São Miguel devido a estar a 1000m de altitude. A partir deste miradouro é possível ver a Lagoa do Canário, a Lagoa das Sete Cidades, a Lagoa Rasa, parte do povoado das Sete Cidades e parte da Serra Devassa.
Na descida, os miradouros do Cerrado das Freiras e da Lagoa de Santiago também nos proporcionam panorâmicas deslumbrantes
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Sete Cidades
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Na descida, os miradouros do Cerrado das Freiras e da Lagoa de Santiago também nos proporcionam panorâmicas deslumbrantes
Caminho terreiro na orla da Lagoa conduz-nos até ao Jardim da Lagoa Azul, um espaço fantástico na enorme boca do vulcão. E se lá do alto nos invadiu a ideia de por instantes dominarmos a paisagem em redor, aqui na garganta do vulcão adormecido é o imenso poder da Natureza que dita a quietude ou o desassossego, o caos ou a ordem em que tudo parece por ora repousar.
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Sete Cidades
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Caminho terreiro na orla da Lagoa conduz-nos até ao Jardim da Lagoa Azul, um espaço fantástico na enorme boca do vulcão. E se lá do alto nos invadiu a ideia de por instantes dominarmos a paisagem em redor, aqui na garganta do vulcão adormecido é o imenso poder da Natureza que dita a quietude ou o desassossego, o caos ou a ordem em que tudo parece por ora repousar.
Para aproveitar e desfrutar as belas paisagens, não deixe de visitar o Miradouro da Ponta da Ferraria ou Miradouro da Ilha Sabrina, que oferece um ângulo e vista panorâmica perfeito de toda a fajã lávica, incluindo o Farol da Ferraria. Toda esta área pertence ao Monumento Natural Regional do Pico das Camarinhas e Ponta da Ferraria, criado para manter a proteção ambiental deste litoral composto de estruturas vulcânicas. A Ponta da Ferraria é uma experiência única no mundo e vale a pena ser acrescentada no seu roteiro de viagem.
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Ponta da Ferraria
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Para aproveitar e desfrutar as belas paisagens, não deixe de visitar o Miradouro da Ponta da Ferraria ou Miradouro da Ilha Sabrina, que oferece um ângulo e vista panorâmica perfeito de toda a fajã lávica, incluindo o Farol da Ferraria. Toda esta área pertence ao Monumento Natural Regional do Pico das Camarinhas e Ponta da Ferraria, criado para manter a proteção ambiental deste litoral composto de estruturas vulcânicas. A Ponta da Ferraria é uma experiência única no mundo e vale a pena ser acrescentada no seu roteiro de viagem.
As nascentes de águas termais que contribuíram para a construção de termas e espaços para banhos no mar transformaram a Ponta da Ferraria numa ótima opção para quem gosta de relaxar e descansar. O calor das rochas aliado à água do mar, tornam-se num local e experiências únicas. As piscinas naturais de água quente chegam até uma temperatura acima dos 30º graus e certamente irão dar-lhe muita paz e tranquilidade. No entanto, deve ter em conta as condições da maré. A altura ideal para visitar este local é precisamente quando a maré estiver mediana ou pouco baixa, para uma melhor experiência e desfrutar de uma água com temperaturas agradáveis. A maré alta – por vezes – impossibilita que as águas termais no mar fiquem quentes enquanto numa maré muita baixa as temperaturas podem ser bastante elevadas, causando sensação de incómodo e ou desconforto. E se estiver um dia de chuva ou frio, não se preocupe, mesmo com estas condições meteorológicas, as piscinas naturais continuam quentes, não prejudicando o a sua actividade ou passeio.
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Ponta Da Ferraria natural swimming pool
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As nascentes de águas termais que contribuíram para a construção de termas e espaços para banhos no mar transformaram a Ponta da Ferraria numa ótima opção para quem gosta de relaxar e descansar. O calor das rochas aliado à água do mar, tornam-se num local e experiências únicas. As piscinas naturais de água quente chegam até uma temperatura acima dos 30º graus e certamente irão dar-lhe muita paz e tranquilidade. No entanto, deve ter em conta as condições da maré. A altura ideal para visitar este local é precisamente quando a maré estiver mediana ou pouco baixa, para uma melhor experiência e desfrutar de uma água com temperaturas agradáveis. A maré alta – por vezes – impossibilita que as águas termais no mar fiquem quentes enquanto numa maré muita baixa as temperaturas podem ser bastante elevadas, causando sensação de incómodo e ou desconforto. E se estiver um dia de chuva ou frio, não se preocupe, mesmo com estas condições meteorológicas, as piscinas naturais continuam quentes, não prejudicando o a sua actividade ou passeio.
Mosteiros é uma pitoresca freguesia pertencente ao concelho de Ponta Delgada, situada na fantástica costa noroeste da verdejante Ilha de São Miguel, no Arquipélago dos Açores. Esta é uma localidade de forte ligação com o mar, de feição mormente piscatória, mas também agrícola, aproveitando os férteis terrenos da Ilha de São Miguel. O pitoresco Porto de pesca, assim como as piscinas naturais, conhecidas por Poço da Pedra, são os grandes atractivos da freguesia, que durante os meses de verão é muito procurada pelas belas praias de areia escura, paisagens e propriedades terapêuticas das suas algas e águas. Mosteiros orgulha-se do seu património natural, rural, cultural e, claro, arquitectónico, com o símbolo máximo na sua Igreja Matriz datada de 1837, mas também na bonita Capela de São Lázaro.
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Mosteiros
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Mosteiros é uma pitoresca freguesia pertencente ao concelho de Ponta Delgada, situada na fantástica costa noroeste da verdejante Ilha de São Miguel, no Arquipélago dos Açores. Esta é uma localidade de forte ligação com o mar, de feição mormente piscatória, mas também agrícola, aproveitando os férteis terrenos da Ilha de São Miguel. O pitoresco Porto de pesca, assim como as piscinas naturais, conhecidas por Poço da Pedra, são os grandes atractivos da freguesia, que durante os meses de verão é muito procurada pelas belas praias de areia escura, paisagens e propriedades terapêuticas das suas algas e águas. Mosteiros orgulha-se do seu património natural, rural, cultural e, claro, arquitectónico, com o símbolo máximo na sua Igreja Matriz datada de 1837, mas também na bonita Capela de São Lázaro.
O Miradouro das Pedras Negras, situado à beira-mar, ganhou este nome graças às lavas escuras sobre as quais está assente, e proporciona uma vista que se estende até à Ponta da Ajuda.
Viewpoint of Black Stones
O Miradouro das Pedras Negras, situado à beira-mar, ganhou este nome graças às lavas escuras sobre as quais está assente, e proporciona uma vista que se estende até à Ponta da Ajuda.
Passeio Turístico 2.º dia
A Lagoa do Fogo é uma das maiores lagoas dos Açores e a segunda maior da Ilha de São Miguel, e é classificada desde 1974 como reserva natural. O vulcão do Fogo dá forma ao grande maciço vulcânico da Serra de Água de Pau, localizada na zona central da Ilha de São Miguel. Toda esta zona é rodeada por uma densa e exuberante vegetação endémica. A caldeira vulcânica, tal como o vulcão, que lhe deu forma, é a mais jovem da Ilha de São Miguel e ter-se-á formado há cerca de 15 000 anos. A sua configuração actual é resultado do último colapso, tido como importante e que ocorreu no topo do vulcão, há aproximadamente 5 mil anos. A última erupção data de 1563. Esta lagoa, é também a mais alta da Ilha de São Miguel, facto que se deve encontrar no cimo de uma montanha cujo ponto mais alto se eleva a 949 metros. Localiza-se no topo do grande vulcão do Fogo, também conhecido como vulcão de Água de Pau. A caldeira tem forma de colapso tem forma elíptica e dimensões aproximadas de 3 x 2,5 km. As paredes desta caldeira chegam a atingir desníveis de 300 metros.
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Lagoa do Fogo
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A Lagoa do Fogo é uma das maiores lagoas dos Açores e a segunda maior da Ilha de São Miguel, e é classificada desde 1974 como reserva natural. O vulcão do Fogo dá forma ao grande maciço vulcânico da Serra de Água de Pau, localizada na zona central da Ilha de São Miguel. Toda esta zona é rodeada por uma densa e exuberante vegetação endémica. A caldeira vulcânica, tal como o vulcão, que lhe deu forma, é a mais jovem da Ilha de São Miguel e ter-se-á formado há cerca de 15 000 anos. A sua configuração actual é resultado do último colapso, tido como importante e que ocorreu no topo do vulcão, há aproximadamente 5 mil anos. A última erupção data de 1563. Esta lagoa, é também a mais alta da Ilha de São Miguel, facto que se deve encontrar no cimo de uma montanha cujo ponto mais alto se eleva a 949 metros. Localiza-se no topo do grande vulcão do Fogo, também conhecido como vulcão de Água de Pau. A caldeira tem forma de colapso tem forma elíptica e dimensões aproximadas de 3 x 2,5 km. As paredes desta caldeira chegam a atingir desníveis de 300 metros.
A Caldeira Velha, em Ribeira Grande, na Ilha de S. Miguel, é um Monumento Natural e Regional, fazendo parte da Reserva da Biosfera. Além da sua riqueza natural – e muito exótica – e diversidade da vegetação e fauna, a Caldeira Velha é também muito visitada por quem se quer banhar nas águas quentes e termais, com caraterísticas medicinais.. PUBLICADO EM NOVEMBRO 25, 2014 CALDEIRA VELHA, RIBEIRA GRANDE, SÃO MIGUEL, AÇORES ILHAS/ PORTUGAL [ AÇORES/ SÃO MIGUEL ] 252 PARTILHAS FacebookTwitterPinterest A Caldeira Velha, em Ribeira Grande, na Ilha de S. Miguel, é um Monumento Natural e Regional, fazendo parte da Reserva da Biosfera. Além da sua riqueza natural – e muito exótica – e diversidade da vegetação e fauna, a Caldeira Velha é também muito visitada por quem se quer banhar nas águas quentes e termais, com caraterísticas medicinais. Caldeira Velha, Ribeira Grande, São Miguel, Açores © Viaje Comigo A água vem de nascentes de água quente de origem termal, formando cascatas, e canais com tom castanho devido à abundância de ferro. Nas caldeiras, que estão a ferver, está afixado o sinal de proibido tomar banho, mas há pessoas que gostam mesmo de estar perto da água a borbulhar! Um dos sítios mais procurados, é a espécie de piscina onde se pode estar como num jacuzzi. E aliás, pode ver pelas fotografias… é um cenário paradisíaco e muito romântico. A Caldeira Velha está situada na cratera no Vulcão do Fogo e tem fumarolas, zonas de desgaseificação, e uma nascente de água termal. Existem duas poças de água quente: uma pode chegar aos 25 graus e outra, com água da fumarolas, que varia entre os 35 e os 38 graus.
Thermal pools
2A EN5
A Caldeira Velha, em Ribeira Grande, na Ilha de S. Miguel, é um Monumento Natural e Regional, fazendo parte da Reserva da Biosfera. Além da sua riqueza natural – e muito exótica – e diversidade da vegetação e fauna, a Caldeira Velha é também muito visitada por quem se quer banhar nas águas quentes e termais, com caraterísticas medicinais.. PUBLICADO EM NOVEMBRO 25, 2014 CALDEIRA VELHA, RIBEIRA GRANDE, SÃO MIGUEL, AÇORES ILHAS/ PORTUGAL [ AÇORES/ SÃO MIGUEL ] 252 PARTILHAS FacebookTwitterPinterest A Caldeira Velha, em Ribeira Grande, na Ilha de S. Miguel, é um Monumento Natural e Regional, fazendo parte da Reserva da Biosfera. Além da sua riqueza natural – e muito exótica – e diversidade da vegetação e fauna, a Caldeira Velha é também muito visitada por quem se quer banhar nas águas quentes e termais, com caraterísticas medicinais. Caldeira Velha, Ribeira Grande, São Miguel, Açores © Viaje Comigo A água vem de nascentes de água quente de origem termal, formando cascatas, e canais com tom castanho devido à abundância de ferro. Nas caldeiras, que estão a ferver, está afixado o sinal de proibido tomar banho, mas há pessoas que gostam mesmo de estar perto da água a borbulhar! Um dos sítios mais procurados, é a espécie de piscina onde se pode estar como num jacuzzi. E aliás, pode ver pelas fotografias… é um cenário paradisíaco e muito romântico. A Caldeira Velha está situada na cratera no Vulcão do Fogo e tem fumarolas, zonas de desgaseificação, e uma nascente de água termal. Existem duas poças de água quente: uma pode chegar aos 25 graus e outra, com água da fumarolas, que varia entre os 35 e os 38 graus.
A Ribeira Grande é uma cidade portuguesa na ilha de São Miguel, Região Autónoma dos Açores, com uma população de 12.967 habitantes (INE, Censo de 2011) nas suas cinco freguesias urbanas. É sede de um município com 180,15 km² de área e 32 112 habitantes (2011[1]), subdividido em 14 freguesias. O município é limitado a leste pelo município de Nordeste, a sul pelos de Povoação, Vila Franca do Campo e Lagoa, a oeste pelo de Ponta Delgada, e a norte tem costa no oceano Atlântico.
Ribeira Grande
A Ribeira Grande é uma cidade portuguesa na ilha de São Miguel, Região Autónoma dos Açores, com uma população de 12.967 habitantes (INE, Censo de 2011) nas suas cinco freguesias urbanas. É sede de um município com 180,15 km² de área e 32 112 habitantes (2011[1]), subdividido em 14 freguesias. O município é limitado a leste pelo município de Nordeste, a sul pelos de Povoação, Vila Franca do Campo e Lagoa, a oeste pelo de Ponta Delgada, e a norte tem costa no oceano Atlântico.
O Miradouro de Santa Iria é um miradouro português localizado no Porto Formoso, concelho da Ribeira Grande, ilha açoriana de São Miguel. Este miradouro localizado frente à Baía de Santa Iria, na costa norte da ilha apresenta uma vista sobre a mesma costa e sobre a localidade do Porto Formoso nas proximidades das Ribeira Grande. A paisagem que daqui se avista é exuberante e verde até se encontrar com o mar. Foi nas encostas avistáveis deste miradouro que no dia 3 de Agosto de 1831 se travou a Batalha da Ladeira da Velha, quando as tropas de D. Pedro IV venceram as do seu irmão Miguel I de Portugal, tendo-se aberto o caminho para Concessão de Évora Monte, acontecimento que pôs termo à Guerra Civil ocorrida entre 1832 e 1834, entre as forças liberais e as forças miguelistas.
Miradouro de Santa Iria
O Miradouro de Santa Iria é um miradouro português localizado no Porto Formoso, concelho da Ribeira Grande, ilha açoriana de São Miguel. Este miradouro localizado frente à Baía de Santa Iria, na costa norte da ilha apresenta uma vista sobre a mesma costa e sobre a localidade do Porto Formoso nas proximidades das Ribeira Grande. A paisagem que daqui se avista é exuberante e verde até se encontrar com o mar. Foi nas encostas avistáveis deste miradouro que no dia 3 de Agosto de 1831 se travou a Batalha da Ladeira da Velha, quando as tropas de D. Pedro IV venceram as do seu irmão Miguel I de Portugal, tendo-se aberto o caminho para Concessão de Évora Monte, acontecimento que pôs termo à Guerra Civil ocorrida entre 1832 e 1834, entre as forças liberais e as forças miguelistas.
Situada na costa norte da Ilha de São Miguel, onde o mar é mais agitado a Praia dos Moinhos está enquadrada por um bonito cenário verdejante. Esta praia possui um bom areal de cor escura e origem vulcânica e está dotada de completas infraestruturas de apoio.
Praia dos Moinhos
Situada na costa norte da Ilha de São Miguel, onde o mar é mais agitado a Praia dos Moinhos está enquadrada por um bonito cenário verdejante. Esta praia possui um bom areal de cor escura e origem vulcânica e está dotada de completas infraestruturas de apoio.
Salga é uma freguesia portuguesa do concelho de Nordeste nos Açores , com 8,55 km² de área e 488 habitantes (2011). Sua densidade demográfica é de 57,1 hab/km². A sua principal atividade é a agricultura. Foi criada a 15 de Setembro de 1980 em território antes pertencente à freguesia de Achadinha.
Salga
Salga é uma freguesia portuguesa do concelho de Nordeste nos Açores , com 8,55 km² de área e 488 habitantes (2011). Sua densidade demográfica é de 57,1 hab/km². A sua principal atividade é a agricultura. Foi criada a 15 de Setembro de 1980 em território antes pertencente à freguesia de Achadinha.
O Parque Natural da Ribeira dos Caldeirões é uma área protegida açoriana, localizada ao longo de parte do curso de água da Ribeira dos Caldeirões, na freguesia da Achada, concelho do Nordeste, na ilha de São Miguel. Este parque natural localiza-se nos declives da Serra da Tronqueira e ocupa parte do curso da Ribeira do Guilherme, ribeira onde também se localiza o Jardim Botânico da Ribeira do Guilherme. Neste parque natural é possível observar uma abundante e variada flora macaronésia, onde a Laurissilva é dominante e onde se destacam fetos arbóreos de grande porte. Igualmente encontram-se abundantes maciços de hortênsias e criptomérias de grande porte. É de destacar neste parque natural que se prolonga ao longo do curso da ribeira a existência de uma cascata que alimenta com água parte do parque. O facto de nas suas florestas se encontrar o Priolo associado a variedade vegetal levou à inclusão do parque na Zona de Proteção Especial do Pico da Vara e Ribeira do Guilherme. O Parque Natural da Ribeira dos Caldeirões possui 5 moinhos de água no seu interior. Estão classificados como Imóveis de Interesse Público pela Resolução nº 79/97, de 10 de abril, publicada no Jornal Oficial da Região Autónoma dos Açores, três moinhos deste parque, sendo todos propriedade da Câmara Municipal do Nordeste. Estes moinhos datam do séc. XVI tendo constituído, entre muitos outros espalhados pelo Nordeste, a única fonte de subsistência e rendimento de inúmeras famílias. Alguns dos moinhos ainda estão em funcionamento e num deles se encontra um museu etnográfico. As casas do moleiro foram transformadas em loja de artesanato, turismo rural e serviço de cafetaria.
Parque Natural da Ribeira dos Caldeirões
O Parque Natural da Ribeira dos Caldeirões é uma área protegida açoriana, localizada ao longo de parte do curso de água da Ribeira dos Caldeirões, na freguesia da Achada, concelho do Nordeste, na ilha de São Miguel. Este parque natural localiza-se nos declives da Serra da Tronqueira e ocupa parte do curso da Ribeira do Guilherme, ribeira onde também se localiza o Jardim Botânico da Ribeira do Guilherme. Neste parque natural é possível observar uma abundante e variada flora macaronésia, onde a Laurissilva é dominante e onde se destacam fetos arbóreos de grande porte. Igualmente encontram-se abundantes maciços de hortênsias e criptomérias de grande porte. É de destacar neste parque natural que se prolonga ao longo do curso da ribeira a existência de uma cascata que alimenta com água parte do parque. O facto de nas suas florestas se encontrar o Priolo associado a variedade vegetal levou à inclusão do parque na Zona de Proteção Especial do Pico da Vara e Ribeira do Guilherme. O Parque Natural da Ribeira dos Caldeirões possui 5 moinhos de água no seu interior. Estão classificados como Imóveis de Interesse Público pela Resolução nº 79/97, de 10 de abril, publicada no Jornal Oficial da Região Autónoma dos Açores, três moinhos deste parque, sendo todos propriedade da Câmara Municipal do Nordeste. Estes moinhos datam do séc. XVI tendo constituído, entre muitos outros espalhados pelo Nordeste, a única fonte de subsistência e rendimento de inúmeras famílias. Alguns dos moinhos ainda estão em funcionamento e num deles se encontra um museu etnográfico. As casas do moleiro foram transformadas em loja de artesanato, turismo rural e serviço de cafetaria.
Passeio turístico 3. dia
A Lagoa do Congro é uma lagoa localizada na área central da maior ilha do arquipélago dos dos Açores, a Ilha de São Miguel. A lagoa está localizada a poucos quilómetros da Vila Franca do Campo e a cerca de 5,5 quilómetros da Lagoa do Fogo. Apresenta um perímetro de 1,25 quilómetros. Esta lagoa ocupa uma cratera de explosão do tipo "maar", resultado de uma erupção freática, situada numa das mais activas falhas geológicas da ilha de São Miguel. A particularidade desta cratera de explosão formada há cerca de 3.900 anos reside no facto de ter origem em explosões freatomagmaticas em que houve contacto do magma em ascensão com níveis freáticos existentes nas formações subjacentes. Devido à sua génese a lagoa do congro apresenta características que a distinguem da maioria das lagoas da ilha de S.Miguel. A sua principal característica é a de estar encaixada na região circundante, relativamente plana, sob a forma de um grande buraco aberto na zona envolvente, ao contrário de ocupar o topo de um cone vulcânico bem definido.
Lagoa do Congro
A Lagoa do Congro é uma lagoa localizada na área central da maior ilha do arquipélago dos dos Açores, a Ilha de São Miguel. A lagoa está localizada a poucos quilómetros da Vila Franca do Campo e a cerca de 5,5 quilómetros da Lagoa do Fogo. Apresenta um perímetro de 1,25 quilómetros. Esta lagoa ocupa uma cratera de explosão do tipo "maar", resultado de uma erupção freática, situada numa das mais activas falhas geológicas da ilha de São Miguel. A particularidade desta cratera de explosão formada há cerca de 3.900 anos reside no facto de ter origem em explosões freatomagmaticas em que houve contacto do magma em ascensão com níveis freáticos existentes nas formações subjacentes. Devido à sua génese a lagoa do congro apresenta características que a distinguem da maioria das lagoas da ilha de S.Miguel. A sua principal característica é a de estar encaixada na região circundante, relativamente plana, sob a forma de um grande buraco aberto na zona envolvente, ao contrário de ocupar o topo de um cone vulcânico bem definido.
O Miradouro do Pico do Ferro é um mirante português localizado na freguesia das Furnas, concelho da Povoação, ilha de São Miguel, arquipélago dos Açores. Este mirante encontra-se a uma cota de altitude que ronda os 570 metros, na elevação do Pico do Ferro. Oferece uma imensa vista sobre a vasta cratera vulcânica do Vale das Furnas, a Lagoa das Furnas destaca-se a direita do miradouro e o vale abra-se a esquerda. É ainda possível observar toda a área montanhosa circundante. A passagem por este miradouro faz parte da lista dos passeios pedestres do concelho da Povoação.
Miradouro do Pico do Ferro
O Miradouro do Pico do Ferro é um mirante português localizado na freguesia das Furnas, concelho da Povoação, ilha de São Miguel, arquipélago dos Açores. Este mirante encontra-se a uma cota de altitude que ronda os 570 metros, na elevação do Pico do Ferro. Oferece uma imensa vista sobre a vasta cratera vulcânica do Vale das Furnas, a Lagoa das Furnas destaca-se a direita do miradouro e o vale abra-se a esquerda. É ainda possível observar toda a área montanhosa circundante. A passagem por este miradouro faz parte da lista dos passeios pedestres do concelho da Povoação.
Furnas é uma freguesia portuguesa do concelho da Povoação, com 70,20 km² de área e 1 439 habitantes (2011). A sua densidade populacional é 42,5 hab/km². Localiza-se a este de Ponta Delgada e Lagoa e sudeste de Ribeira Grande. Confronta com o Oceano Atlântico a sul e montanhas a norte. As principais actividades económicas são a agricultura e turismo. As Furnas são muito conhecidas pelas suas águas termais, nomeadamente as caldeiras, a Poça da Beija e piscinas térmicas. Para além disso as Furnas são conhecidas pelo Hotel Terra Nostra constituído por uma piscina natural de águas termais e um magnifico jardim botânico, o Parque Terra Nostra e ainda também se pode visitar o parque natural onde se encontra alguns animais e algumas espécies de plantas. Também é nas Furnas que se encontra uma lagoa, a Lagoa das Furnas. São também tradicionais das Furnas, os bolos lêvedos e o curioso cozido onde os ingredientes são cozinhados debaixo da terra sob o calor dos vulcões (a carne demora cerca de 5 a 6 horas e o bacalhau cerca de 3 a 4 horas). Este facto faz salientar um requintado sabor. Esta localidade possui uma das maiores e mais diversificadas colecções botânicas do arquipélago.
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Furnas Lake
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Furnas é uma freguesia portuguesa do concelho da Povoação, com 70,20 km² de área e 1 439 habitantes (2011). A sua densidade populacional é 42,5 hab/km². Localiza-se a este de Ponta Delgada e Lagoa e sudeste de Ribeira Grande. Confronta com o Oceano Atlântico a sul e montanhas a norte. As principais actividades económicas são a agricultura e turismo. As Furnas são muito conhecidas pelas suas águas termais, nomeadamente as caldeiras, a Poça da Beija e piscinas térmicas. Para além disso as Furnas são conhecidas pelo Hotel Terra Nostra constituído por uma piscina natural de águas termais e um magnifico jardim botânico, o Parque Terra Nostra e ainda também se pode visitar o parque natural onde se encontra alguns animais e algumas espécies de plantas. Também é nas Furnas que se encontra uma lagoa, a Lagoa das Furnas. São também tradicionais das Furnas, os bolos lêvedos e o curioso cozido onde os ingredientes são cozinhados debaixo da terra sob o calor dos vulcões (a carne demora cerca de 5 a 6 horas e o bacalhau cerca de 3 a 4 horas). Este facto faz salientar um requintado sabor. Esta localidade possui uma das maiores e mais diversificadas colecções botânicas do arquipélago.
A actividade vulcânica é uma constante em toda a ilha de São Miguel, mas é nas Furnas que esta se manifesta com mais força. Descendo cerca de um quilómetro do parque Terra Nostra chega-se à zona das fumarolas e das nascentes de águas termais. As várias caldeiras libertam vapores e o tão desagradável cheiro a enxofre sobre pelas narinas. É algo de assombroso ver esta verdadeira força da natureza a ser libertada, não só nas caldeiras mas igualmente pela terra, pelas tampas corroídas das caixas de esgotos, pelas lamas que borbulham incessantemente. Tudo fumega. Há nos muros várias nascentes de águas termais. Algumas delas têm uma sabor inesquecível de tão forte e desagradável que é. Outras são até bastante agradáveis, com um sabor semelhante à Água das Pedras, mas com menos gás. Todo este espaço está ali mesmo no meio das casas é de visita gratuita. Neste álbum pode ver várias fotografias deste local. É nas margens da lagoa das Furnas, uma das maiores de São Miguel, que se confecciona o tão famoso prato: o cozido das Furnas. A lagoa fica umas centenas de metros acima da vila das Furnas. O acesso custa 0,5€ por pessoa e o carros pagam 0,25€ por cada 15 minutos que fiquem no parque de estacionamento junto às caldeiras onde é confeccionado o cozido.
Caldeiras Vulcânicas
A actividade vulcânica é uma constante em toda a ilha de São Miguel, mas é nas Furnas que esta se manifesta com mais força. Descendo cerca de um quilómetro do parque Terra Nostra chega-se à zona das fumarolas e das nascentes de águas termais. As várias caldeiras libertam vapores e o tão desagradável cheiro a enxofre sobre pelas narinas. É algo de assombroso ver esta verdadeira força da natureza a ser libertada, não só nas caldeiras mas igualmente pela terra, pelas tampas corroídas das caixas de esgotos, pelas lamas que borbulham incessantemente. Tudo fumega. Há nos muros várias nascentes de águas termais. Algumas delas têm uma sabor inesquecível de tão forte e desagradável que é. Outras são até bastante agradáveis, com um sabor semelhante à Água das Pedras, mas com menos gás. Todo este espaço está ali mesmo no meio das casas é de visita gratuita. Neste álbum pode ver várias fotografias deste local. É nas margens da lagoa das Furnas, uma das maiores de São Miguel, que se confecciona o tão famoso prato: o cozido das Furnas. A lagoa fica umas centenas de metros acima da vila das Furnas. O acesso custa 0,5€ por pessoa e o carros pagam 0,25€ por cada 15 minutos que fiquem no parque de estacionamento junto às caldeiras onde é confeccionado o cozido.
O Parque Terra Nostra é um jardim botânico português localizado no Vale das Furnas, concelho da Povoação, ilha de São Miguel, aquipélago dos Açores. Este parque encerra uma das maiores colecções do mundo de camélias, tendo mais de 600 genros diferente e também a maior colecção da Europa de Cicas. A fundação deste jardim botânico recua a 1780, quando o então Cônsul dos Estados Unidos na ilha de São Miguel, Thomas Hickling, mandou construir neste espaço a sua residência de Verão, então conhecida como Yankee Hall. Foi no entanto em meados do século XIX que o jardim propriamente dito teve uma grande desenvolvimento, da área ocupada de dois hectares, por iniciativa dos seus sucessivos proprietários, fossem os Viscondes da Praia ou mais tarde a família Bensaude, aumentou gradualmente até ter uma dimensões bastante confortáveis. Corria o ano de 1848 e depois de comprado pelo 1.º Visconde da Praia, Duarte Borges da Câmara e Medeiros, este parque veio a sentir o seu primeiro e grande aumento, neste altura foi feita a criação dos jardins de água e à plantação de alamedas sombrias e de canteiros de flores, bem como à substituição do Yankee Hall pela actual Casa do Parque, que neste momento se encontra dedicada à hotelaria. Foi em 1872, e já nas mãos do 2.º Visconde da Praia, António Borges de Medeiros Dias da Câmara e Sousa, que se deu o ordenamento do jardim, tendo-se nesta altura recorrido a especialistas, tanto portugueses como ingleses. Estes especialistas procederam à reconstrução do actual canal serpentiforme, das grutas, das avenidas de buxo, e, ainda, dos caminhos ladeados de laranjeiras, já desaparecidas. Foi também sob o comando do 2º. Visconde que se procedeu ao plantio de parte significativa das árvores mais emblemáticas, que dominam as diversas áreas do Parque e que foram importadas, vindo algumas de zonas tão distantes e díspares como a América do Norte, a Austrália, a Nova Zelândia, a China e a África do Sul. Decorriam os anos 30 do século XX, o Parque Terra Nostra, foi adquirido por Vasco Bensaúde, que viu neste parque um complemento ao recentemente inaugurado Hotel Terra Nostra. Nesta altura é de novo ampliado, alcançando a área de 12,5, divididos por jardins e matas. Foi Vasco Bensaude, pessoa possuidora de grandes conhecimentos em botânica e jardinagem, que manda então fazer a recuperação do Parque. Para isso dá a direcção do mesmo ao seu jardineiro de origem escocesa, John McEnroy. Nesta altura são feitas obras de manutenção na Casa do Parque e na piscina de água férrea e natural, de cor castanha e cuja temperatura ronda os 25 graus, sendo a piscina forrada a pedra de cantaria e introduzidas novas plantas exóticas de forma a aumentar o número de espécies existentes. Este parque, considerado um dos mais bonitos do mundo pela revista Condé Nast Travel das Condé Nast Publications, está aberto todos os dias da semana entre as 10:00 e as 19:00.
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Parque Terra Nostra
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O Parque Terra Nostra é um jardim botânico português localizado no Vale das Furnas, concelho da Povoação, ilha de São Miguel, aquipélago dos Açores. Este parque encerra uma das maiores colecções do mundo de camélias, tendo mais de 600 genros diferente e também a maior colecção da Europa de Cicas. A fundação deste jardim botânico recua a 1780, quando o então Cônsul dos Estados Unidos na ilha de São Miguel, Thomas Hickling, mandou construir neste espaço a sua residência de Verão, então conhecida como Yankee Hall. Foi no entanto em meados do século XIX que o jardim propriamente dito teve uma grande desenvolvimento, da área ocupada de dois hectares, por iniciativa dos seus sucessivos proprietários, fossem os Viscondes da Praia ou mais tarde a família Bensaude, aumentou gradualmente até ter uma dimensões bastante confortáveis. Corria o ano de 1848 e depois de comprado pelo 1.º Visconde da Praia, Duarte Borges da Câmara e Medeiros, este parque veio a sentir o seu primeiro e grande aumento, neste altura foi feita a criação dos jardins de água e à plantação de alamedas sombrias e de canteiros de flores, bem como à substituição do Yankee Hall pela actual Casa do Parque, que neste momento se encontra dedicada à hotelaria. Foi em 1872, e já nas mãos do 2.º Visconde da Praia, António Borges de Medeiros Dias da Câmara e Sousa, que se deu o ordenamento do jardim, tendo-se nesta altura recorrido a especialistas, tanto portugueses como ingleses. Estes especialistas procederam à reconstrução do actual canal serpentiforme, das grutas, das avenidas de buxo, e, ainda, dos caminhos ladeados de laranjeiras, já desaparecidas. Foi também sob o comando do 2º. Visconde que se procedeu ao plantio de parte significativa das árvores mais emblemáticas, que dominam as diversas áreas do Parque e que foram importadas, vindo algumas de zonas tão distantes e díspares como a América do Norte, a Austrália, a Nova Zelândia, a China e a África do Sul. Decorriam os anos 30 do século XX, o Parque Terra Nostra, foi adquirido por Vasco Bensaúde, que viu neste parque um complemento ao recentemente inaugurado Hotel Terra Nostra. Nesta altura é de novo ampliado, alcançando a área de 12,5, divididos por jardins e matas. Foi Vasco Bensaude, pessoa possuidora de grandes conhecimentos em botânica e jardinagem, que manda então fazer a recuperação do Parque. Para isso dá a direcção do mesmo ao seu jardineiro de origem escocesa, John McEnroy. Nesta altura são feitas obras de manutenção na Casa do Parque e na piscina de água férrea e natural, de cor castanha e cuja temperatura ronda os 25 graus, sendo a piscina forrada a pedra de cantaria e introduzidas novas plantas exóticas de forma a aumentar o número de espécies existentes. Este parque, considerado um dos mais bonitos do mundo pela revista Condé Nast Travel das Condé Nast Publications, está aberto todos os dias da semana entre as 10:00 e as 19:00.
A Poça da Dona Beija, também conhecida por “Poça da Juventude” ou “Poça do Paraíso”, faz parte de um conjunto de nascentes férreas e quentes, com temperaturas médias de 39ºC, associadas aos fenómenos de vulcanismo secundário bem evidentes na Caldeira do Vulcão das Furnas. O espaço é uma dádiva da natureza dos Açores. As suas características naturais apresentaram-se ideais para desenvolver uma oferta de bem-estar, num ambiente tranquilo e imaculado. Em outubro de 2010, após a obtenção da concessão do espaço termal, no âmbito de um concurso lançado pela Junta de Freguesia de Furnas, foi constituída a empresa Criações Naturais, Lda. com o intuito de explorar a Poça da Dona Beija. A Poça da D. Beija é conhecida pelas suas indicações terapêuticas, pois integra piscinas termais, de águas férreas, com temperaturas médias que rondam os 39ºC. Refira-se que o Instituto de Hidrologia de Lisboa classifica águas termais como aquelas cuja temperatura se regista entre os 35º e os 40ºC. O termalismo é praticado especialmente no tratamento de doenças reumáticas e metabólicas, problemas respiratórios, digestivos, músculo-esqueléticos, afeções circulatórias, problemas urinários e de pele. Tudo isto aliado a um espaço envolto por natureza, que favorece uma experiência holística de regeneração física, mental e espiritual.
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Poça da Dona Beija
1 Lomba Das Barracas
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A Poça da Dona Beija, também conhecida por “Poça da Juventude” ou “Poça do Paraíso”, faz parte de um conjunto de nascentes férreas e quentes, com temperaturas médias de 39ºC, associadas aos fenómenos de vulcanismo secundário bem evidentes na Caldeira do Vulcão das Furnas. O espaço é uma dádiva da natureza dos Açores. As suas características naturais apresentaram-se ideais para desenvolver uma oferta de bem-estar, num ambiente tranquilo e imaculado. Em outubro de 2010, após a obtenção da concessão do espaço termal, no âmbito de um concurso lançado pela Junta de Freguesia de Furnas, foi constituída a empresa Criações Naturais, Lda. com o intuito de explorar a Poça da Dona Beija. A Poça da D. Beija é conhecida pelas suas indicações terapêuticas, pois integra piscinas termais, de águas férreas, com temperaturas médias que rondam os 39ºC. Refira-se que o Instituto de Hidrologia de Lisboa classifica águas termais como aquelas cuja temperatura se regista entre os 35º e os 40ºC. O termalismo é praticado especialmente no tratamento de doenças reumáticas e metabólicas, problemas respiratórios, digestivos, músculo-esqueléticos, afeções circulatórias, problemas urinários e de pele. Tudo isto aliado a um espaço envolto por natureza, que favorece uma experiência holística de regeneração física, mental e espiritual.
É na Poça da Dona Beija, localizada nas Furnas, na Ilha de São Miguel, que poderá desfrutar de momentos de relaxamento únicos em águas termais quentes. Uma experiência obrigatória na sua estadia nos Açores. Este é um dos locais mais visitados pelos turistas, dada as suas características e magia. Abaixo encontra todas as informações sobre a Poça da Dona Beija. Encontra-se dividida em 5 piscinas / tanques de águas termais quentes, com d A Cascata da Ribeira Quente é uma queda de água (cascata) localizada na freguesia da Ribeira Quente, no concelho da Povoação, ilha açoriana de São Miguel, em Portugal. Esta curiosa cascata de origem termal, facto que confere às suas águas características especificas a nível da sua composição química tem origem em nascentes no interior da ilha. Ao chegar à Ribeira Quente e devido às acentuadas curvas de nível existentes nas montanhas de acentuado declive que circunda esta localidade precipita-se em cascata formando-se em diferentes locais, de salientar sem duvida o facto da especificidade das suas águas, mas também todo o quando paisagístico que a envolve. Encontra-se numa pequena garganta que as suas água ao longo dos séculos foram escavando rodeada por uma exuberante vegetação endémica características das florestas da laurissilva típicas da Macaronésia. É caracterizado por ser de água potável, apesar das suas características termais
Praia do Fogo
24 EN2-2A
É na Poça da Dona Beija, localizada nas Furnas, na Ilha de São Miguel, que poderá desfrutar de momentos de relaxamento únicos em águas termais quentes. Uma experiência obrigatória na sua estadia nos Açores. Este é um dos locais mais visitados pelos turistas, dada as suas características e magia. Abaixo encontra todas as informações sobre a Poça da Dona Beija. Encontra-se dividida em 5 piscinas / tanques de águas termais quentes, com d A Cascata da Ribeira Quente é uma queda de água (cascata) localizada na freguesia da Ribeira Quente, no concelho da Povoação, ilha açoriana de São Miguel, em Portugal. Esta curiosa cascata de origem termal, facto que confere às suas águas características especificas a nível da sua composição química tem origem em nascentes no interior da ilha. Ao chegar à Ribeira Quente e devido às acentuadas curvas de nível existentes nas montanhas de acentuado declive que circunda esta localidade precipita-se em cascata formando-se em diferentes locais, de salientar sem duvida o facto da especificidade das suas águas, mas também todo o quando paisagístico que a envolve. Encontra-se numa pequena garganta que as suas água ao longo dos séculos foram escavando rodeada por uma exuberante vegetação endémica características das florestas da laurissilva típicas da Macaronésia. É caracterizado por ser de água potável, apesar das suas características termais
Passeio Turístico 4.º dia
A freguesia denominada “Presépio da Ilha”, situa-se no vale onde corre a ribeira o Faial da Terra e que divide a localidade a meio. O nome desta freguesia, com todos os seus atributos naturais, advém da abundância de Faia-da-terra existente no lugar onde foi implantada. Esta freguesia é, por excelência, um local de visita obrigatória. Com cerca de 359 habitantes, o Faial da Terra vive, essencialmente, da agropecuária. No entanto, nem sempre foi assim. Nos princípios do séc. XVI, a terra fértil e a beleza do vale atraíram os primeiros povoadores que depressa fizeram produzir os terrenos, criando os seus próprios meios de subsistência. O mar também foi muito precioso para esta comunidade, pois foi outrora uma das principais zonas baleeiras da ilha de São Miguel. O Sanguinho, é um local predileto de passagem dos turistas devido à beleza e riqueza das plantas endémicas e à atração que os costumes locais despertam.
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Faial Da Terra
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A freguesia denominada “Presépio da Ilha”, situa-se no vale onde corre a ribeira o Faial da Terra e que divide a localidade a meio. O nome desta freguesia, com todos os seus atributos naturais, advém da abundância de Faia-da-terra existente no lugar onde foi implantada. Esta freguesia é, por excelência, um local de visita obrigatória. Com cerca de 359 habitantes, o Faial da Terra vive, essencialmente, da agropecuária. No entanto, nem sempre foi assim. Nos princípios do séc. XVI, a terra fértil e a beleza do vale atraíram os primeiros povoadores que depressa fizeram produzir os terrenos, criando os seus próprios meios de subsistência. O mar também foi muito precioso para esta comunidade, pois foi outrora uma das principais zonas baleeiras da ilha de São Miguel. O Sanguinho, é um local predileto de passagem dos turistas devido à beleza e riqueza das plantas endémicas e à atração que os costumes locais despertam.
O Miradouro da Ponta da Madrugada é um miradouro português localizado no concelho do Nordeste, na ilha açoriana de São Miguel. Deste miradouro obtêm-se uma vista imensa sobre a costa norte da ilha e sobre parte das montanhas do concelho do Nordeste. Daqui, avista-se na distância a Fajã do Lombo Gordo e a Ponta da Marquesa. Toda esta área se encontra povoada por uma rica cobertura florestal onde predomina a Laurissilva típica da Macaronésia.
Viewpoint of Ponta da Madrugada
O Miradouro da Ponta da Madrugada é um miradouro português localizado no concelho do Nordeste, na ilha açoriana de São Miguel. Deste miradouro obtêm-se uma vista imensa sobre a costa norte da ilha e sobre parte das montanhas do concelho do Nordeste. Daqui, avista-se na distância a Fajã do Lombo Gordo e a Ponta da Marquesa. Toda esta área se encontra povoada por uma rica cobertura florestal onde predomina a Laurissilva típica da Macaronésia.
O Miradouro da Ponta do Sossego é um miradouro português localizado no concelho do Nordeste, na ilha açoriana de São Miguel. Este miradouro foi sujeito a obras de restauro e manutenção cuja inauguração aconteceu no dia 18 de Julho de 1995. Oferece uma vista ampla sobre a costa norte da ilha bem como sobre parte das montanhas do Nordeste. Daqui avista-se a Fajã do Araújo, a Ponta da Madrugada e a Ponta da Marquesa. Este miradouro é em parte ajardinado não só com plantas de flor mas também com flora endémica típica da Macaronésia. Sendo possível merendar à sombra de telheiros de colmo.
Miradouro da Ponta do Sossego
O Miradouro da Ponta do Sossego é um miradouro português localizado no concelho do Nordeste, na ilha açoriana de São Miguel. Este miradouro foi sujeito a obras de restauro e manutenção cuja inauguração aconteceu no dia 18 de Julho de 1995. Oferece uma vista ampla sobre a costa norte da ilha bem como sobre parte das montanhas do Nordeste. Daqui avista-se a Fajã do Araújo, a Ponta da Madrugada e a Ponta da Marquesa. Este miradouro é em parte ajardinado não só com plantas de flor mas também com flora endémica típica da Macaronésia. Sendo possível merendar à sombra de telheiros de colmo.
O Farol do Arnel, situado na ponta do Arnel, no extremo nordeste da ilha de São Miguel, entrou em funcionamento em 26 de Novembro de 1876, tendo sido o primeiro farol implantado na Região Autónoma dos Açores. É edificado em finais do século XIX num contexto de modernização do concelho, pela mão do grande obreiro do Nordeste, António Alves de Oliveira. O Farol do Arnel foi ao longo dos anos sofrendo várias melhorias e adaptações, que lhe permitiram chegar aos dias de hoje mantendo as suas funções e constituindo um marco no património do concelho do Nordeste. Durante todo o ano, são facultadas visitas guiadas ao Farol do Arnel, podendo os visitantes conhecer a história e o património, assim como a atividade do farol e do faroleiro. No Farol do Arnel pode ainda ser apreciada uma exposição permanente sobre os faróis dos Açores.
Lighthouse Arnel
O Farol do Arnel, situado na ponta do Arnel, no extremo nordeste da ilha de São Miguel, entrou em funcionamento em 26 de Novembro de 1876, tendo sido o primeiro farol implantado na Região Autónoma dos Açores. É edificado em finais do século XIX num contexto de modernização do concelho, pela mão do grande obreiro do Nordeste, António Alves de Oliveira. O Farol do Arnel foi ao longo dos anos sofrendo várias melhorias e adaptações, que lhe permitiram chegar aos dias de hoje mantendo as suas funções e constituindo um marco no património do concelho do Nordeste. Durante todo o ano, são facultadas visitas guiadas ao Farol do Arnel, podendo os visitantes conhecer a história e o património, assim como a atividade do farol e do faroleiro. No Farol do Arnel pode ainda ser apreciada uma exposição permanente sobre os faróis dos Açores.
A Ermida de Nossa Senhora da Paz localiza-se no alto do Monte de Nossa Senhora da Paz, localiza-se no concelho de Vila Franca do Campo, na ilha de São Miguel, Região Autónoma dos Açores, em Portugal. Do seu local, descortina-se uma vista abrangente daquele trecho do litoral sul da ilha. A Lenda Nos montes ao redor de Vila Franca do Campo trabalhavam muitos pastores. Num certo dia, alguns deles recolheram-se a uma das grutas ali existentes, para abrigaram-se do mau tempo, encontrando uma imagem de Nossa Senhora. Admirados com o achado, levaram-na para a Igreja Matriz, onde a entregaram ao pároco. No dia seguinte, os pastores encontraram novamente a imagem, na mesma gruta. Reconduzida à Matriz, o fenómeno repetiu-se por alguns dias, até que o povo compreendeu que a imagem desejava ter uma ermida naquele sítio. Os materiais de construção começaram a ser transportados para um local mais abaixo da gruta, lugar mais abrigado dos ventos fortes, iniciando-se os trabalhos. No dia seguinte, entretanto, quando os trabalhadores chegaram para iniciar o dia de trabalho, encontraram o local revirado, e as pedras colocadas no local onde a imagem fora encontrada pela primeira vez. Nesse sítio, então, foi erguida a Ermida de Nossa Senhora da Paz, com o Menino Jesus ao colo, tendo na mão um ramo de oliveira.
Our Lady of Peace Chapel
A Ermida de Nossa Senhora da Paz localiza-se no alto do Monte de Nossa Senhora da Paz, localiza-se no concelho de Vila Franca do Campo, na ilha de São Miguel, Região Autónoma dos Açores, em Portugal. Do seu local, descortina-se uma vista abrangente daquele trecho do litoral sul da ilha. A Lenda Nos montes ao redor de Vila Franca do Campo trabalhavam muitos pastores. Num certo dia, alguns deles recolheram-se a uma das grutas ali existentes, para abrigaram-se do mau tempo, encontrando uma imagem de Nossa Senhora. Admirados com o achado, levaram-na para a Igreja Matriz, onde a entregaram ao pároco. No dia seguinte, os pastores encontraram novamente a imagem, na mesma gruta. Reconduzida à Matriz, o fenómeno repetiu-se por alguns dias, até que o povo compreendeu que a imagem desejava ter uma ermida naquele sítio. Os materiais de construção começaram a ser transportados para um local mais abaixo da gruta, lugar mais abrigado dos ventos fortes, iniciando-se os trabalhos. No dia seguinte, entretanto, quando os trabalhadores chegaram para iniciar o dia de trabalho, encontraram o local revirado, e as pedras colocadas no local onde a imagem fora encontrada pela primeira vez. Nesse sítio, então, foi erguida a Ermida de Nossa Senhora da Paz, com o Menino Jesus ao colo, tendo na mão um ramo de oliveira.
O Ilhéu de Vila Franca localiza-se na ilha de São Miguel, concelho de Vila Franca do Campo, na costa sul da ilha de São Miguel, nos Açores. Constitui-se numa pequena ilhota vulcânica, distante cerca de 500 metros da costa de Vila Franca, e 1200 metros do cais do Tagarete, no centro da vila. Deste porto existem ligações regulares com o ilhéu durante a época balnear. Durante séculos foi apontado como sendo o local ideal para a construção de um porto de abrigo, tendo-se, em vários momentos, procedido a estudos e projetos para esse fim, o último dos quais por volta do ano de 1840. A ideia apenas foi definitivamente abandonada com a construção do porto de Ponta Delgada. O ilhéu é um cone vulcânico de origem hidromagmática, muito desmantelado pela erosão marinha, pelos movimentos tectónicos e por assentamentos diferenciais. Na sua constituição predominam os tufos palagoníticos muito litificados, em formações caracterizadas por forte fracturação vertical, de que resultam grandes estruturas colunares e algumas cavidades subaquáticas. Apresenta forma semicircular, com uma área total de 95 hectares, dos quais estão emersos 61,6 hectares, com uma abertura por onde o mar penetra livremente na cratera. A cratera, com uma profundidade máxima de 20 metros, forma um círculo quase perfeito com 150 metros de diâmetro. A abertura, designada por Boquete, está voltada a Norte, isto é na direção da costa da ilha, o que impede a entrada da agitação marítima para o interior. Apesar do solo esquelético, o ilhéu foi objeto de cultivo, subsistindo ainda restos das antigas curraletas de vinha que ocupavam a sua parte alta.
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Ilhéu de Vila Franca do Campo
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O Ilhéu de Vila Franca localiza-se na ilha de São Miguel, concelho de Vila Franca do Campo, na costa sul da ilha de São Miguel, nos Açores. Constitui-se numa pequena ilhota vulcânica, distante cerca de 500 metros da costa de Vila Franca, e 1200 metros do cais do Tagarete, no centro da vila. Deste porto existem ligações regulares com o ilhéu durante a época balnear. Durante séculos foi apontado como sendo o local ideal para a construção de um porto de abrigo, tendo-se, em vários momentos, procedido a estudos e projetos para esse fim, o último dos quais por volta do ano de 1840. A ideia apenas foi definitivamente abandonada com a construção do porto de Ponta Delgada. O ilhéu é um cone vulcânico de origem hidromagmática, muito desmantelado pela erosão marinha, pelos movimentos tectónicos e por assentamentos diferenciais. Na sua constituição predominam os tufos palagoníticos muito litificados, em formações caracterizadas por forte fracturação vertical, de que resultam grandes estruturas colunares e algumas cavidades subaquáticas. Apresenta forma semicircular, com uma área total de 95 hectares, dos quais estão emersos 61,6 hectares, com uma abertura por onde o mar penetra livremente na cratera. A cratera, com uma profundidade máxima de 20 metros, forma um círculo quase perfeito com 150 metros de diâmetro. A abertura, designada por Boquete, está voltada a Norte, isto é na direção da costa da ilha, o que impede a entrada da agitação marítima para o interior. Apesar do solo esquelético, o ilhéu foi objeto de cultivo, subsistindo ainda restos das antigas curraletas de vinha que ocupavam a sua parte alta.
Passeio Turístico 5.º dia
O Jardim António Borges é um parque público da cidade de Ponta Delgada, construído no estilo dos jardins românticos do século XIX. Foi fundado por António Borges da Câmara de Medeiros, um negociante e político açoriano interessado por Botânica, no séc. XIX, que importou para a ilha de São Miguel algumas centenas de espécies exóticas, transformando a sua propriedade num jardim botânico. Foi adquirido pelos seus herdeiros pela Câmara Municipal de Ponta Delgada para ser o parque da cidade, em 1957. Sendo palco de múltiplas actividades desportivas, lúdicas e culturais, é um dos maiores espaços verdes da cidade e um dos seus locais mais aprazíveis, reunindo vegetação de todos os continentes.[1][2]
Jardim António Borges
22 R. de São Joaquim
O Jardim António Borges é um parque público da cidade de Ponta Delgada, construído no estilo dos jardins românticos do século XIX. Foi fundado por António Borges da Câmara de Medeiros, um negociante e político açoriano interessado por Botânica, no séc. XIX, que importou para a ilha de São Miguel algumas centenas de espécies exóticas, transformando a sua propriedade num jardim botânico. Foi adquirido pelos seus herdeiros pela Câmara Municipal de Ponta Delgada para ser o parque da cidade, em 1957. Sendo palco de múltiplas actividades desportivas, lúdicas e culturais, é um dos maiores espaços verdes da cidade e um dos seus locais mais aprazíveis, reunindo vegetação de todos os continentes.[1][2]
Trata-se de uma gruta de origem vulcânica existente numa região da Ilha de São Miguel conhecida geologicamente como "Complexo Vulcânico dos Picos", trata-se de uma área de vulcanismo fissural, geologicamente recente, formada por cerca de 200 cones de escórias e por escoadas lávicas de natureza basáltica. Esta gruta desenvolve-se ao longo duma extensa escoada lávica basáltica, cuja orientação geral é sensivelmente N-S, tendo o centro emissor localizado na zona central do Complexo Vulcânico dos Picos. Encontra-se na zona poente da cidade de Ponta Delgada e forma o maior túnel de lava da Ilha de São Miguel. Depois de muitos anos encerrada actualmente está de novo a ser explorada sendo é possível percorrer uma extensão de cerca de 1250 metros, em dois troços separados. Gruta do Carvão O troço do sul estende-se por 700 metros. E a parte norte desenvolve-se para noroeste por uma distância de cerca de 550 metros. Esta gruta tem uma altura média que ronda os 2 a 3 metros, havendo locais onde esta ultrapassa os 5 metros. Nalguns troços, a gruta sofreu ao longo dos séculos a deposição de areias e terras trazidas pelas águas de escorrência, chegando a alguns casos a ter uma espessura média de cerca de 1 metro. A largura desta Gruta é muito variável, atingindo em alguns locais valores superiores a 10 metros, particularmente na intersecção dos vários ramos em que a gruta se divide. O troço montante da gruta apresenta como principal característica a existência, ao longo de uma extensão de cerca de 200 metros, de dois túneis sobrepostos. A riqueza natural da Gruta do Carvão, está não só no já referenciado, mas sobretudo na grande variedade de aspectos geológicos, estruturas e fenómenos típicos do vulcanismo que é possível observar. É de salientar as estruturas conhecidas como “bolhas de gás” que são correspondentes a secções da parede da gruta que “explodiram” debaixo da acção dos gases acumulados no seu interior, ou a presença de fendas nas paredes e tecto da gruta, resultantes do arrefecimento da escoada lávica. Gruta do Carvão Do tecto desta formação pendem muitas estalactites, quer de origem lávica que apresentam geralmente uma forma cónica e superfície lisa, e que são resultantes da solidificação de pingos de lava, quer secundárias formadas por formas irregulares, de cor esbranquiçada e extremamente frágeis, resultantes estas da alteração e acumulação a partir das águas de escorrência de superfície que se infiltraram na gruta. Estas águas de são responsáveis também por fenómenos de oxidação das rochas basálticas que dão forma à Gruta do Carvão, dando-lhe em muitos locais tonalidades avermelhadas ou alaranjadas junto às fendas e outros locais de infiltração. Esta gruta possui ao longo de vários troços, balcões, também denominados por bancadas, nas paredes laterais, que são autênticos testemunhos da variação dos níveis de lava fluida que percorreram o interior do túnel ao longo da erupção que o originou ou por sucessíveis erupções cujas lavas por este túnel escorreram. Em alguns locais, é possível ver balcões a diferentes patamares. Igualmente resultantes do fluxo da lava no interior da gruta, são as estrias que estão presentes principalmente em locais côncavos nos sectores curvilíneos existentes no túnel lávico. Gruta do Carvão Surgem também lajes, morfologias do tipo aa, lava encordoada e irrupções de lava muito fluida em zonas mais escoriáceas. Estas formam outras micro-estruturas vulcânicas que afirmam a importância desta gruta. Em alguns locais desta gruta existem sítios que possuem áreas com mais de 5 metros de altura e zonas com altos e amplos salões.
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Gruta do Carvão
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Trata-se de uma gruta de origem vulcânica existente numa região da Ilha de São Miguel conhecida geologicamente como "Complexo Vulcânico dos Picos", trata-se de uma área de vulcanismo fissural, geologicamente recente, formada por cerca de 200 cones de escórias e por escoadas lávicas de natureza basáltica. Esta gruta desenvolve-se ao longo duma extensa escoada lávica basáltica, cuja orientação geral é sensivelmente N-S, tendo o centro emissor localizado na zona central do Complexo Vulcânico dos Picos. Encontra-se na zona poente da cidade de Ponta Delgada e forma o maior túnel de lava da Ilha de São Miguel. Depois de muitos anos encerrada actualmente está de novo a ser explorada sendo é possível percorrer uma extensão de cerca de 1250 metros, em dois troços separados. Gruta do Carvão O troço do sul estende-se por 700 metros. E a parte norte desenvolve-se para noroeste por uma distância de cerca de 550 metros. Esta gruta tem uma altura média que ronda os 2 a 3 metros, havendo locais onde esta ultrapassa os 5 metros. Nalguns troços, a gruta sofreu ao longo dos séculos a deposição de areias e terras trazidas pelas águas de escorrência, chegando a alguns casos a ter uma espessura média de cerca de 1 metro. A largura desta Gruta é muito variável, atingindo em alguns locais valores superiores a 10 metros, particularmente na intersecção dos vários ramos em que a gruta se divide. O troço montante da gruta apresenta como principal característica a existência, ao longo de uma extensão de cerca de 200 metros, de dois túneis sobrepostos. A riqueza natural da Gruta do Carvão, está não só no já referenciado, mas sobretudo na grande variedade de aspectos geológicos, estruturas e fenómenos típicos do vulcanismo que é possível observar. É de salientar as estruturas conhecidas como “bolhas de gás” que são correspondentes a secções da parede da gruta que “explodiram” debaixo da acção dos gases acumulados no seu interior, ou a presença de fendas nas paredes e tecto da gruta, resultantes do arrefecimento da escoada lávica. Gruta do Carvão Do tecto desta formação pendem muitas estalactites, quer de origem lávica que apresentam geralmente uma forma cónica e superfície lisa, e que são resultantes da solidificação de pingos de lava, quer secundárias formadas por formas irregulares, de cor esbranquiçada e extremamente frágeis, resultantes estas da alteração e acumulação a partir das águas de escorrência de superfície que se infiltraram na gruta. Estas águas de são responsáveis também por fenómenos de oxidação das rochas basálticas que dão forma à Gruta do Carvão, dando-lhe em muitos locais tonalidades avermelhadas ou alaranjadas junto às fendas e outros locais de infiltração. Esta gruta possui ao longo de vários troços, balcões, também denominados por bancadas, nas paredes laterais, que são autênticos testemunhos da variação dos níveis de lava fluida que percorreram o interior do túnel ao longo da erupção que o originou ou por sucessíveis erupções cujas lavas por este túnel escorreram. Em alguns locais, é possível ver balcões a diferentes patamares. Igualmente resultantes do fluxo da lava no interior da gruta, são as estrias que estão presentes principalmente em locais côncavos nos sectores curvilíneos existentes no túnel lávico. Gruta do Carvão Surgem também lajes, morfologias do tipo aa, lava encordoada e irrupções de lava muito fluida em zonas mais escoriáceas. Estas formam outras micro-estruturas vulcânicas que afirmam a importância desta gruta. Em alguns locais desta gruta existem sítios que possuem áreas com mais de 5 metros de altura e zonas com altos e amplos salões.
O Senhor Santo Cristo dos Milagres, popularmente referido apenas como Senhor Santo Cristo ou Santo Cristo dos Milagres, é uma peça de arte sacra cultuada no Convento de Nossa Senhora da Esperança, na cidade e concelho de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, nos Açores. Trata-se de uma imagem entalhada em madeira sob a forma de relicário/sacrário,[1] de autor desconhecido, em estilo renascentista, representando o "Ecce Homo", isto é o episódio do martírio de Jesus Cristo em que este é apresentado à multidão, na varanda do Pretório, acabado de flagelar, de punhos atados e torso despido, com a coroa de espinhos e os ombros cobertos pelo manto púrpura. O evento está narrado em Lucas 23:1-25, no episódio maior da Corte de Pilatos. O autor representou, com grande senso artístico, o contraste entre a violência infligida ao corpo de Cristo (matéria) e a serenidade do rosto, nomeadamente do olhar (espírito). O culto e as festas em honra do Senhor Santo Cristo dos Milagres derivam das revelações recebidas pela Venerável Madre Teresa da Anunciada e realizam-se nos dias em torno do quinto domingo após a Páscoa, dia em que se procede à grande procissão, terminando na quinta-feira da Ascensão. Constituem a maior e mais antiga devoção que se realiza no país, e que só encontra paralelo com a devoção popular expressa no Santuário da Mãe Soberana, em Loulé, e, a partir do século XX, nas celebrações do Santuário de Fátima. A devoção atrai, anualmente, milhares de açorianos e seus descendentes, de todas as ilhas e do exterior, uma vez que é um momento escolhido por muitos emigrantes para visitarem a sua terra natal.
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Santuário do Senhor Santo Cristo dos Milagres
Avenida Roberto Ivens Ponta Delgada
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O Senhor Santo Cristo dos Milagres, popularmente referido apenas como Senhor Santo Cristo ou Santo Cristo dos Milagres, é uma peça de arte sacra cultuada no Convento de Nossa Senhora da Esperança, na cidade e concelho de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, nos Açores. Trata-se de uma imagem entalhada em madeira sob a forma de relicário/sacrário,[1] de autor desconhecido, em estilo renascentista, representando o "Ecce Homo", isto é o episódio do martírio de Jesus Cristo em que este é apresentado à multidão, na varanda do Pretório, acabado de flagelar, de punhos atados e torso despido, com a coroa de espinhos e os ombros cobertos pelo manto púrpura. O evento está narrado em Lucas 23:1-25, no episódio maior da Corte de Pilatos. O autor representou, com grande senso artístico, o contraste entre a violência infligida ao corpo de Cristo (matéria) e a serenidade do rosto, nomeadamente do olhar (espírito). O culto e as festas em honra do Senhor Santo Cristo dos Milagres derivam das revelações recebidas pela Venerável Madre Teresa da Anunciada e realizam-se nos dias em torno do quinto domingo após a Páscoa, dia em que se procede à grande procissão, terminando na quinta-feira da Ascensão. Constituem a maior e mais antiga devoção que se realiza no país, e que só encontra paralelo com a devoção popular expressa no Santuário da Mãe Soberana, em Loulé, e, a partir do século XX, nas celebrações do Santuário de Fátima. A devoção atrai, anualmente, milhares de açorianos e seus descendentes, de todas as ilhas e do exterior, uma vez que é um momento escolhido por muitos emigrantes para visitarem a sua terra natal.
O Forte de São Brás, oficialmente Prédio Militar nº 001/Ponta Delgada, também referido como Castelo de São Brás, localiza-se na freguesia de São José, na cidade e concelho de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, nos Açores. Considerado o mais importante exemplar de arquitectura militar do século XVI e a mais poderosa fortificação da ilha, foi erguido sobre uma ponta[1] no primitivo ancoradouro de ponta Delgada, com a função de sua defesa contra os ataques de piratas e corsários, outrora frequentes nesta região do Oceano Atlântico.
Forte de Sao Bras de Ponta Delgada
10 R. Eng. Abel Ferin Coutinho
O Forte de São Brás, oficialmente Prédio Militar nº 001/Ponta Delgada, também referido como Castelo de São Brás, localiza-se na freguesia de São José, na cidade e concelho de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, nos Açores. Considerado o mais importante exemplar de arquitectura militar do século XVI e a mais poderosa fortificação da ilha, foi erguido sobre uma ponta[1] no primitivo ancoradouro de ponta Delgada, com a função de sua defesa contra os ataques de piratas e corsários, outrora frequentes nesta região do Oceano Atlântico.
"Ex libris" da cidade, estas portas são um símbolo da primitiva defesa terrestre da cidade, na costa sudoeste da ilha. Foram erguidas em 1783, primitivamente abertas nos muros do setor este. Com o início das obras de abertura da Avenida Infante D. Henrique (Avenida Litoral) (1948), foram apeadas e, novamente erguidas, 32 metros para poente, no centro da Praça de Gonçalo Velho (1952). Encontram-se classificadas como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto nº 39.175, de 17 de abril de 1953.
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Portas da Cidade - City Gates
9500 Praça de Gonçalo Velho
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"Ex libris" da cidade, estas portas são um símbolo da primitiva defesa terrestre da cidade, na costa sudoeste da ilha. Foram erguidas em 1783, primitivamente abertas nos muros do setor este. Com o início das obras de abertura da Avenida Infante D. Henrique (Avenida Litoral) (1948), foram apeadas e, novamente erguidas, 32 metros para poente, no centro da Praça de Gonçalo Velho (1952). Encontram-se classificadas como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto nº 39.175, de 17 de abril de 1953.
A sua construção remonta a uma ermida sob a invocação de São Sebastião, padroeiro da cidade, erguida após uma grande peste que a assolou, conforme referido pelo cronista Gaspar Frutuoso nas Saudades da Terra. As obras do atual templo transcorreram entre 1531 e 1547, tendo recebido auxílios dos reis D. João III e D. Sebastião, datando desse período as magníficas portadas em estilo manuelino que chegaram até nós. As portas dos alçados laterais, em estilo barroco, são de basalto da ilha. Encontra-se classificada como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto nº 39.175, de 17 de Abril de 1953.
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Church of São Sebastião
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A sua construção remonta a uma ermida sob a invocação de São Sebastião, padroeiro da cidade, erguida após uma grande peste que a assolou, conforme referido pelo cronista Gaspar Frutuoso nas Saudades da Terra. As obras do atual templo transcorreram entre 1531 e 1547, tendo recebido auxílios dos reis D. João III e D. Sebastião, datando desse período as magníficas portadas em estilo manuelino que chegaram até nós. As portas dos alçados laterais, em estilo barroco, são de basalto da ilha. Encontra-se classificada como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto nº 39.175, de 17 de Abril de 1953.
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Museu Carlos Machado
65 Rua do Dr.Guilherme Poças
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